Para todos os amigos que sempre têm algumas dúvidas acerca do que nos acontece e ao que assistimos vida afora, seguem algumas publicações que objetivarão suas compreensões.
O primeiro ponto que não deve ser esquecido: Deus é nosso pai, como tal, quer o melhor para todos nós. Estamos num planeta de “Provas e Expiações”, no qual ainda persistem as iniqüidades e as maldades pois a qualidade dos espíritos que aqui nascem e renascem ainda é de muita imperfeição. Ainda estamos muito comprometidos.
Existe um questionamento recorrente sobre a questão “pagar pelo males, pelos absurdos cometidos”, ou como queira chamar aquilo que são os erros estúpidos que os homens cometem.
Somos todos inocentes e ao mesmo tempo somos todos culpados, o que quero dizer com isso é o seguinte:
Hoje, na nossa atual encarnação, nossa vida neste século, neste ano, a vida de agora, nós estamos: - VERBO ESTAR - vivendo entre as pessoas com as quais precisamos aprender. O nosso lar é um laboratório de experiências e vivências dentro do perdão e do amor. Isso não é pieguice; para amar, você não precisa ser “meloso”, nem viver a passar a mão na cabeça de quem erra, mas quem ama corrige, repreende, educa, dá limites, disciplina, ensina. Também diz NÃO. Não pode, não quero, não faça.
No entanto, precisamos também aprender a conjugar o verbo ser. Nós estamos aqui nesse momento, mas quem somos nós? De onde viemos, de qual encarnação passada estamos resgatando erros? (leia o livro Reparando Erros, de Antonio Carlos, obra psicografada).
Não nos lembramos de nossas atitudes, nem convém lembra-las por muitos motivos. Um deles, bem simples e que serve como exemplo: Você já pensou na possibilidade de um de seus filhos, ou alguém que hoje você muito ame, ter sido o seu algoz numa vida anterior e vocês dois saberem disso? Como seria essa convivência?
Sempre que se olharem irão lembrar do ódio que um dia sentiram, da dor da traição, da agressão sentida... Como vão conseguir aprender o amor paterno/filial? Como aprender o amor? Porque você somente perdoa amando.
Que quero dizer com isso? O seu filho, quando você o recebe em seus braços e na sua casa, você o recebe com amor; afinal como não amar um ser tão pequenino, tão frágil e carente de nossa atenção, que precisa de forma vital de nós? Amar, é um exercício constante, profundo, mágico e maravilhoso.
Ele, o seu filho, pode ser um dos seus inimigos de outras vidas. Quem pode saber?
Mas, se ele chegasse em sua casa já um homem/mulher feito/a, com seus próprios hábitos e costumes, uma pessoa estranha? Como exercitar o amor paterno/filial?
Continua na próxima postagem.
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